Primeira Análise do Blog: Crisis Core: Final Fantasy VII

Ta aqui a primeira análise do blog!essa análise do Crisis Core: Final Fantasy VII, de minha propria autoria, espero que gostem.

 

Crisis Core: Final Fantasy VII

Em 1997 a Square-Enix lançou para playstation um de seus jogos mais aguardados.Final Fantasy VII foi um dos primeiros RPGs com gráficos 3D,e além de toda a sua qualidade em quesitos técnicos possuía uma história intrigante,com corporações em busca de domínio supremo, origem do planeta,catástrofes e etc…FF VII possuía uma narrativa que deixou muitas pessoas intrigadas pelos seus mistérios.Alguns desses só foram revelados 11 anos depois (10 no Japão)com Crisis Core:Final Fantasy VII para PSP.Parte fundamental no projeto de reviver o jogo denominado Compilation of Final Fantasy VII.

O jogo se passa 7 anos antes do inicio do capítulo principal, e possui sua narrativa focada em Zack Fair (amigo de Cloud Strife,estrela do original) e desvenda segredos do incidente de Nibelheim, da Shinra Corporation e do passado de Sephiroth e como ele se tornou um dos vilões mais amados/odiados do mundo dos games.

O sistema de batalha se alterou e as batalhas não são mais feitas por turnos como em FF VII, e sim uma evolução do sistema livre encontrado em FF XII (Playstation 2). Caso não saiba,o sistema de batalha de XII permitia que o personagem andasse pelo campo de batalha com algumas restrições e atacasse após uma barra se enchesse.Já Crisis Core não possui essa barra,permitindo que Zack acabe livremente com seus oponentes. Outro ponto que alterou bastante a fórmula de batalha é a ausência de um grupo ajudando nos combates que torna as batalhas um show de um homem só.

O ganho de níveis, tão importante nos RPGs também sofreu mudanças.Ele tem um contato com os limit brakes (especiais de final fantasy) e são feitos pelo sistema chamado DMW (digital mind wave).O DMW é uma roleta ativada em certas partes do combate,que possibilitam os especiais e ganho de nível aleatoriamente (isso também inclui aumento no nível das famigeradas matérias). Por exemplo: Sephiroth possui o especial Octaslash.Aparecendo 3 Sephiroths na roleta do DMW você pode usar o Octaslash e aumenta o nível desse especial, além de poder ter aumentado o seu nível geral e o nível de suas matérias.

O jogo possui gráficos soberbos que ficam pau-a-pau com God of War: Chains of Olympus e suas animações foram montadas com o kit de animação gráfica criado pela Square-Enix para o filme da compilation of Final Fantasy VII,cujo nome é FF VII: Advent Children. Isso garante que as cenas sejam estupidamente perfeitas, fazendo as pessoas que se impressionam fácil soltarem um baita palavrão em alto som.As dublagens também estão no nível de excelência padrão da produtora, a música não foi editada por Nobuo Uematsu, e não chega a ser um show mas agrada,mesmo que o estilo seja predominantemente o rock.

O jogo dura em média 20 horas de pura diversão e surpresas, um número bastante grande para um jogo portátil, por mais que seja um RPG.Mas o jogo não se resume apenas à história.Há diversas missões a serem cumpridas em um modo chamado Mission.Esse modo se torna um grande desafio, pois um inimigo relativamente fraco no modo mission pode ser bem mais poderoso que o último chefe no modo de história.Para encarar o modo mission é preciso ser muito bom na escolha das matérias para Zack, além de ter todos os melhores equipamentos devidamente escolhidos.Tudo para montar o SOLDIER perfeito para encarar a incrível, sádica, mais impiedosa que Kratos, Minerva.O último inimigo do modo de missões é realmente apelão, e pode acabar com o seu mísero personagem com apenas um golpe, como se fosse apenas uma formiguinha tentando fugir.No total o jogo pode durar cerca de 40 horas ou mais, contando o New Game + em que você começa tudo de novo, mas com todos os seus equipamentos do save game anterior ,possibilitando que você consiga Summons novas (sim,elas fazem parte dessa versão), outros bônus e equipamentos.

No geral o jogo cumpre com o que promete e se torna uma nova forma de ver o mundo de Final Fantasy VII, assim como é uma boa iniciação para a série, graças aos seus personagens cativantes e enredo bem entrelaçado.

Considerações Finais:

Gráficos: Estão na faixa de segundo a primeiro no topo de melhores gráficos no portátil da Sony.Realmente um show.

Som: Bons efeitos, mas a trilha sonora não é tão inspirada como a criada por Nobuo Uematsu para o clássico do PS1.

Jogabilidade: Uma jogabilidade mais solta fez bem.Uma boa substituição ao já datado sistema de combate por turnos.

Diversão: A história te prende, os combates agradam.As descobertas são reveladoras. Bem, é difícil de explicar mas é um dos melhores jogos nesse ponto, principalmente para os fãs.

Replay: 20 horas de jogo na primeira tentativa, um modo de missões e ainda uma nova jogada para terminar com chave de ouro. Não chega a ter um Replay de um jogo multiplayer que é quase infinito mas possui um ótimo padrão para um RPG que é focado na história.

1 Resposta para “Primeira Análise do Blog: Crisis Core: Final Fantasy VII”


  1. 1 paulogames 15, Julho 2008 às 5:11 pm

    cara ficou muito bom realmente vc sabe criar um review gostaria muito de usar esse review na revista que pretendo criar claro so com sua permição ha mais uma coisa se aceitar deixe seu nome completo para que eu possa colocar no final da materia…xd…..

    ha uma pergunta aparte oque e xd ?todos mandam esse xd pra min e eu não sei oque e rsrsrsrsrsrs


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